Diástase na gravidez: saiba o que é, como pode ser prevenida e tratada

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Sandy, Thais Fersoza e Giovanna Antonelli são algumas das celebridades que recentemente falaram sobre as dificuldades de ter diástase no pós-parto. A separação de músculos abdominais é relativamente comum depois da gravidez e pode ser prevenida antes de dar a luz, como faz a futura mamãe e atriz, Isis Valverde, por meio da prática de pilates.

Quando o corpo materno está carregando o bebê, acontece um relaxamento dos músculos do abdômen para comportar o útero em expansão. Fisioterapia é essencial antes, durante e depois do parto. A atividade ajuda tanto o períneo quanto o músculo reto abdominal a não se alongarem além do normal.

O esperado é ter uma ampliação de até um centímetro. Entre dois e cinco, o quadro é preocupante, mas pode ser revertido com uma rotina intensa de exercícios, alimentação rica em proteína, boa respiração e postura. Outros fatores que podem piorar a situação são ganho de peso e flacidez muscular. As atividades físicas mais recomendadas são low pressure fitness (LPF) e pilates.

LPF é um método de treinamento para o corpo e a mente. Ele combina exercícios respiratórios e posturais. A poderosa técnica, quando feita com orientação e frequência, tonifica o abdômen e o períneo, reposiciona os órgãos internos, ajuda o corpo a se recuperar do parto, melhora a postura e reduz as dores nas costas.

Na sessão de 30 minutos, as alunas começam aprendendo um exercício de respiração, que vai ser aplicado enquanto elas realizam os movimentos de tonificação. Elas passam da postura deitada para sentada, ajoelhada, quadrúpede e em pé treinando todas as partes corpo.

Apesar dos benefícios, a instrutora alerta: o LPF não é recomendado para todos os casos de diástase. O tratamento individualizado e com especialistas, como fisioterapeutas e educadores físicos, é importante, porque tudo depende da saúde da paciente.

Se os músculos não se recuperarem em até seis meses ou estiverem mais alongados do que cinco centímetros, o caso é classificado como cirúrgico. O procedimento é procurado comumente por motivos estéticos, mas se o vão for muito grande, o conteúdo abdominal pode ficar com aparência de hérnia umbilical e preocupar as pacientes.

A operação só pode ser realizada quando a mãe para de amamentar. Em casos de diástase maiores, sem intenção estética, faz-se abdominoplastia.

 

 

 

 

 

Fonte: www.metropoles.com

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