Doenças ginecologias no verão

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A chegada da temporada mais quente do ano é motivo de alegria para as mulheres: muito sol, praia e piscina. O bronzeado é uma realidade, e a disposição para se divertir aumenta. Agora, é preciso ter cuidado porque as temperaturas mais quentes e as atividades que costumamos fazer nessa época propiciam o surgimento de doenças ginecológicas que podem significar um balde de água fria na sua curtição.

Todo o problema ocorre pela mudança do ambiente ginecológico causada pelos hábitos adotados durante as atividades típicas da estação. Em primeiro lugar, o uso de calcinhas de tecido sintético, bem como de trajes apertados, pode ser mais prejudicial em dias quentes. Como essas roupas acabam “abafando” demais a área genital, a temperatura ali fica mais alta e a umidade também aumenta. Além disso, nos passeios que incluem piscina e praia, é muito comum ficar com o maiô molhado nas horas após o mergulho. Essa atitude também contribui para alterar as condições físicas da região, abrindo o caminho para a proliferação de micro-organismos prejudiciais à saúde.

Essa mudança de hábitos no verão causa um desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a chance do desenvolvimento de doenças como a candidíase, a tricomoníase e a vaginose bacteriana.

A candidíase ocorre pela multiplicação de um fungo do gênero cândida, e pode ser transmitida sexualmente, embora não seja considerada uma doença sexualmente transmissível. Já a tricomoníase é uma DST causada pelo parasita Trichomonas vaginales. Por fim, a vaginose bacteriana é causada por uma bactéria chamada Gardnerella vaginalis, e não é considerada DST.

A dica para evitar essas doenças é optar por tecidos naturais e roupas com caimento mais leve no verão. Além disso, quando for à piscina ou praia, leve um biquíni reserva para trocar depois do banho – para evitar a umidade excessiva do local. Se você notar alguma alteração, como corrimento ou coceira local, procure um ginecologista.

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