Histerectomia: entre a prevenção e a última saída

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O nome pode ser até complicado, mas o procedimento tem se tornado cada vez mais comum como medida preventiva para amenizar avanços do câncer de colo de útero: histerectomia.

A remoção cirúrgica do útero também pode ser utilizada no tratamento de problemas como mioma uterino, dor pélvica, sangramento uterino anormal e endometriose.

Feita de três formas diferentes, ela é a última saída quando a paciente não responde a outros tipos de tratamentos, já que o procedimento impede a gestação.

Os tipos são histerectomia vaginal, laparoscópia e abdominal. No primeiro tipo, o útero é removido através da vagina e pode ser realizada quando o órgão não apresenta variação de tamanho. O procedimento provoca menos desconforto e possibilita uma recuperação mais rápida.

Na laparoscópica, há a remoção do útero através da inserção de instrumentos inseridos através de pequenos cortes no abdômen, enquanto médico realiza o procedimento com a ajuda de uma câmera acoplada a um telescópio.

Por fim, na abdominal, a remoção do útero é feita através de uma incisão no abdômen. Este método é escolhido para a retirada de grandes tumores e pode causar mais desconforto, além de exige mais tempo e cuidados na recuperação da paciente.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as estratégias para a detecção precoce do câncer de colo de útero são o diagnóstico precoce e o rastreamento (aplicação de um teste ou exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhá-la para investigação e tratamento).

O teste utilizado em rastreamento deve ser seguro, relativamente barato e de fácil aceitação pela população, ter sensibilidade e especificidade comprovadas, além de relação custo-efetividade favorável.

O método de rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil é o exame citopatológico (exame de Papanicolaou), que deve ser oferecido às mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual.

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