Atrofia vaginal: atinge 45% das mulheres durante a menopausa

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É um distúrbio que pode ter um efeito muito importante no humor e na qualidade de seu relacionamento. Entre as mulheres que sofrem com isso:

75% relataram que a atrofia vaginal afeta negativamente suas vidas.

63% não reconheceram a atrofia vaginal como uma condição crônica.

44% informaram que não consultaram um ginecologista para encontrarem uma solução.

4% só reconheceram os sintomas comuns da atrofia vaginal.

Os distúrbios vaginais ainda são um tabu?

Temos a tendência de considerarmos a menopausa como uma doença crônica e os seus sintomas como distúrbios inevitáveis. No entanto, trata-se de um momento evolutivo da vida, e um sinal para cuidarmos de nós mesmos.
A falta de estrógeno é a principal causa da atrofia vaginal, também conhecida como vagina ressecada: as mucosas tornam-se mais finas, mais frágeis, menos elásticas e lubrificadas; alterações do pH com as defesas naturais reduzidas. Inflamação e dor são problemas diários, mas mesmo assim, muitas vezes preferimos manter o silêncio. Então, vamos falar sobre isso.

Você também sofre de atrofia vaginal?

Atrofia vaginal pode ocorrer também no período de pré-menopausa, e alguns sintomas podem estar associados, tais como:
● Coceira e ardor na área vulvo-vaginal.
● Corrimento e odor causado pelo aumento do pH.
● Estímulo freqüente para urinar.
● Cistite recorrente
● Falta de lubrificação e dor durante a relação sexual.

Se você se identifica com alguns desses sintomas, procure seu médico e ele irá indicar o melhor tratamento que atende suas necessidades.

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